sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Oi lindas,

Hoje mamãe pode vir aqui com a alma bem mais leve.
Iza, vida, você está se curando de uma gripe. E que gripe! Portanto, suspenso piscina, praia por uns dias...snif! E você me fala: “pixiiiinnnnaaa, mamãe!”rs...já, já, flor...
Hoje fecha uma semana que minhas princesas retornaram na “nova-antiga” escolinha.
Já até me atrevo afirmar que estão bem à vontade.
Luiza, vida, primeiro dia deixei você com as monitoras e para não antecipar nem pré estabelecer fatos, não fiz nenhum comentário com a tia. Apenas a deixei e fui embora. Comentários do primeiro dia : “Ah, Luiza é um amor de criança!”. Isso eu sei, mas pude concluir que neste dia você não bateu em ninguém. Segundo dia; “Ah, Luiza é um amor de criança” . Fato já conhecido por mim desde o dia que pus os olhos em você. E eu relaxei. No terceiro dia, no salto, nem esperei a tia. Já com vocês e pegando as bolsas na direção de ir embora escutei: “mãe, mamãe, quero dar uma palavrinha”.Eu pensei: não é comigo pois “Luiza é um amor de criança!”...
Era comigo. rs
Luiza vida, um coleguinha aborreceu você e você reagiu com um sonoro tapa. O coleguinha, da mesma idade e com a mesma maturidade, revidou com uma mordida. A tia me pediu apenas para conversar sobre “bater e tal”...agradeci a ela por ter conversado com você e o nível de compreensão que vi naquele momento. É flor, existem adultos que não tem a menor ideia das ferramentas que o crescimento exige e o medo/stress que ele traz. Mas que bom que vi que você está com uma pessoa esclarecida, na verdade, bem esclarecida.
Você, no carro, só me falou a segunda parte : “mamãe, coeguinha me modeu” com um bico que dava daqui para Paris...rs
Gosto de conversar com vocês na “hora” do acontecido mas esta foi uma situação ímpar. Em casa, conversamos a respeito do respeito com o outro. E é desta forma que acredito no crescimento: a longo prazo os resultados mas com orientação constante, firme e tranqüila.
Espero que a mãe do coleguinha tenha uma resposta boa também ao acontecido (até hoje...não me procurou...rs...).
E não soube mais de comportamento assim. Já entendi que você responde ao estresse e aborrecimento desta forma e temos tentado explicar outros meios. Acredito que está tudo ficando guardado e quando você tiver maturidade, essas nossas conversas terão grande valia. Acredito muito no que estamos plantando...enquanto isto, fico de olho para que você não machuque ninguem e eu possa estar no momento certo para uma “aula prática”...rs
Um dia desses, peguei nossa bike e fomos passear pela nossa quadra mesmo. Estava uma brisa gostosa...

Luiza, vida, depois que comprei a cadeira nova, você não quer mais descer da bicicleta. Nem para brincar...rs
Carol, tesouro, você me pede para correr muiiiittto. E quando tem uma boa área, realizo seu desejo e vocês vibram! Nós vibramos! E Luiza faz “bi biiiiiii” e Carol completa: “uhuuuuuuuuuuu”! Aquele vento no rosto...nossa, algo para guardar, realmente! Algumas paradas e brincamos muito! De correr, de bicho, de dormir, quisemos contar estrelas mas elas estavam escondidas (Carol, você me questionou: “mamãe, cadê seu pai?meu vô?”) mas ficou a promessa (e já me cobrou) de um dia deitar no chão (“tem que ser no chão , mamãe”) e observá-las...
Esta nossa parada foi na pracinha da entrada da nossa quadra. Cenário seu Carol com até seus 2 aninhos onde catávamos amiguinhos da sua mesma idade para brincar (conto sempre esta história e você se diverte. Adora histórias suas, assim como eu)... Como tal, um lugar público, rua de acesso a uma área bem movimentada (e na hora estava acontecendo uma blitz) e nós três, paradas no tempo!
Uma delícia!

Amo vocês!